sábado, 6 de fevereiro de 2010

Windows Movie Maker

Por último, mas não menos importante vou avaliar o Windows Movie Maker nos quatro aspecto já referidos nos outros programas objectos de avaliação: usabilidade, acessibilidade, flexibilidade e funcionalidade. Este programa é um software de edição de vídeos da Microsoft.


Quanto à sua usabiliade, embora a fama seja péssima, e todos me dêem a ideia de que este software é sempre motivo para desilusão, eu, pessoalmente, do contacto que já tive com o programa fiquei fã! E por isso mesmo e também pelo facto de ser windows e estar habituada aos menus e icones merece 19. No item seguinte, a acessibilidade, o idioma é o que se escolher quando se instala todo o Windows e devido à letra não muito grande das informações dou-lhe, na escala até 20, 16. Na flexibilidade também fiquei bastante satisfeita com o programa na medida em que posso alterar o modo em que vejo o filme que estou a fazer. Tem diversas opções para completar esse mesmo filme etc. Assim merecerá 18. Por último, este software dispõe-se para: fazer, editar e incrementar filmes caseiros, permitindo que os usuários criem efeitos nos seus videos além de poderem adicionar musicas a apresentações e efeitos, como esmanecimento, fade in/out, títulos, subtítulos, pixelização, casting e outras técnicas visuais... Das vezes que já tive oportunidade de editar os meus filmes consegui até superar as minhas expectativas (este programa consegue legendar os filmes!!) e portanto atribuo-lhe nota 20.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Kompozer




Kompozer pode parecer inicialmente um software idêntico ao anterior na medida em que, pelo nome, se proporia a editar áudio. Todavia trata-se de um software de edição de HTML. Uma multiplataforma, disponível para Linux, MacOS e Windows é, à semelhança de todos os outros já apresentados, livre de qualquer pagamento.

Em usabilidade este programa parece.me bastante simples e eficaz e, por isso mesmo, vou avaliá-lo com 19. Por ser adaptável ao Windows tem incluídas as ferramentas no formato deste mesmo sotfware o que facilita a acessibilidade. Isto verifica-se, de facto, contudo existem opções pouco visíveis. Ficará com 17.

É extremamente flexível porque tem diversos atalhos e ícones no painel definido pelo programa, com legenda, ajudando todo o tipo de utilizador. Por isto terá a nota máxima - 20. Por fim, a funcionalidade. As funções deste programa são: oferecer uma interface semelhante à qualquer editor de textos, e também um editor CSS. Pode também gerenciar sites numa pasta FTP ou mesmo numa pasta local. Por executar estas funções tem a nota 18.

Audacity

Este software tem como principal objectivo a edição de áudio digital. É gratuito e grava em diferentes formatos como WAV e MP3. Nunca utilizei este programa e, como tal, a minha avaliação tornar-se-á um pouco subjectiva.Assim que abri o programa o pensamento imediato foi "e agora?". Provavelmente por não ter utilizado nenhuma vez o Audacity e igualmente por não ter utilizado qualquer outro software do género. De qualquer forma a minha nota em usabilidade para este programa vai ser 16 pois apesar de tudo abrindo os menus e observando as aplicações do programa não me aprece assim tão complicado. No domínio da acessibilidade o programa merece talvez 18 pois os símbolos estão devidamente identificados, perceptíveis e grandes.

Quanto à flexibilidade a nota não seria mais do que 16 porque embora tenha alguns atalhos não se verificam grandes diferenças de utilização entre os utilizadores inexperientes e o que já lidam com o programa há algum tempo. No campo da funcionalidade o Audacity propõe-se a colar, cortar o copiar aúdio, e cumpre, a remover ruídos, e cumpre, a alterar a velocidade do som sem alterar a sua altura, e cumpre. Portanto será avaliado em 19, já que não conheço todas as funções.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Paint.NET





Paint.NET é um programa de computador gratuito e open-source utilizado na manipulação e edição de imagem e fotografia. Embora não seja a pessoa mais indicada para avaliar a usabilidade, visto que raramente utilizo novo software (e sim, para mim Paint.NET é novo), considero em termos de usabilidade este programa bastante aceitável, bom mesmo, até porque tem as características da maioria dos Windows. Assim, avalio-o em 19. Quanto à acessibilidade é provável que seja um pouco inferior, talvez 15 por ter ícones um pouco inacessíveis. Em termos de visualização embora a organização das barras de ferramentas seja lógica.A flexibilidade deste programa é constante merecendo a nota 18. As barras de ferramentas são opcionais de forma a que cada utilizador só "veja" as que vai certamente utilizar, podendo obviamente adicionar outras ou remover as que já tinha. Nos último item, a funcionalidade, as minhas expectativas foram superadas. Sempre tive a percepção que dava apenas para pequenas e insignificantes alterações, porém quando utilizei percebi que é tão funcional como o "photoshop" por exemplo. Por isto mesmo dar-lhe-ia 19 também neste parâmetro.

Inkscape

O inkscape é um programa livre, isto é gratuito, que trabalha imagens e gráficos vectoriais. está disponível em diferentes versões e suporta diversas extensões como SVG e PNG.
O programa foi-me apresentado e, como tal, torna-se um pouco difícil debruçar-me sobre a sua usabilidade. No entanto, as apreciações que já tinha tido oportunidade de ouvir, todas remetem para o lado negativo. Pessoalmente, dar-lhe-ia uma nota equivalente a 17 por ser claro e as funções estarem bastante perceptíveis. Não terá uma melhor qualificação porque as palavras escolhidas para indicações de menus e ícones se tornam, por vezes, ambíguas. Passando à acessibilidade a avaliação é 19. Isto porque todos os ícones estão identificados e porque o programa está disponível nas mais diversas línguas. Apesar disso a na barra de cima há símbolos não tão visíveis.

A sua flexibilidade pode até merecer a nota máxima pela sua quantidade de atalhos, tem 20.O programa propõe-se a criar e "brincar" com formas e transformar imagens. Nesse campo penso que merecerá na mesma uma nota elevada, 19, já que cumpre a maioria das expectativas.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Uma virtualidade nao imersiva!


A realidade virtual não imersiva baseia-se no uso de monitores. É realizada através da utilização de um monitor comum no qual o utilizador manipula o ambiente virtual através de um dispositivo de entrada (por exemplo: teclado, rato, etc.). Não necessita assim de aparelhagem especifica para obter o efeito que deseja.

Realidade (virtual) imersiva


Do ponto de vista da visualização, a realidade virtual imersiva é baseada no uso de capacete ou de salas de projecção nas paredes.


Num ambiente virtual imersivo o utilizador é “cercado” de imagens geradas por computador que retiram a possibilidade de os seus sentidos percepcionarem o mundo físico exterior:
– exige maiores recursos computacionais
– exige o apoio de um maior número de periféricos específicos
– implementação “nobre” do conceito de VR

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

RV


A RV é um conceito novo embora bastante divulgado cuja definição poderá ser uma combinação de sistemas multimédia,(Som,imagem,vídeo), e outros, capazes de nos proporcionar efeitos sobre os nossos sentidos que nos façam sentir dentro do ambiente que se pretende criar.
O Início da RV foi com Jaron Lanier para a indústria de simuladores multi-usuários em ambiente compartilhado na década de 1980.


A RV é um modo de visualização, manipulação e interacção com computadores em que substitui ecrans por sistemas de visualização com
pequenos ecrans que projectam imagens específicas em frente de cada um dos olhos, e teclados por luvas de dados, que controlam os movimentos da(s) mão(s) do utilizador. O movimento da cabeça também é detectado.



Quanto ao surgimento desta realidade é dificil determinar uma data exacta para a sua origem. No entanto, sabemos que existe na prática de simulações (em particular os simuladores de voo), computação gráfica e jogos de computador.

Um sistema típico de realidade virtual possui os seguintes elementos:
– os subsistemas visual, táctil e acústico, através dos quais o utilizador vê, sente e ouve o mundo virtual, isto é, o interface
– os controlos manuais para navegação no mundo virtual. Pode ser tão simples como um rato ou joystick ou uma luva de dados e mesmo um facto que cubra o corpo inteiro
– software e processos de coordenação central

Falo da Realidade Virtual!

E o mais fácil??


Bem relativamente ao menos complicado penso que a escolha é simples, o "acessório" Bloco de Notas, ganha o lugar de o mais fácil, Parabéns! A sua apresentação é pouco elaborada, gosto da forma como funciona e não me surte dúvidas. Em conclusão é o prático dos práticos muito embora não sirva para muita coisa....
Se pensar em jogos talvez o Solitário.

Qual o programa mais difícil de utilizar?

No meu ponto de vista, o programa mais difícil de utilizar que conheço é o Microsoft Publisher. Aparentemente pode parecer pouco complexo mas quando se entra em pormenores tudo se atrapalha o em vez de melhorar o documento este torna-se num autêntico labirinto repleto de linhas.
Ao conjugar layouts com texto, gráficos, fotografias e outros elementos, fica confuso e a sua utilização perdura problemática.
Embora nesta imagem o programa se auto-intutile, aliás o programador o intitule de "easy", para mim este programa do Office é o mais complicado.

Referindo-me a outro tipo de programas, por exemplo, um que eu sempre tive dificuldade em utilizar, por incrível que pareça foi "Sims". Todavia é bastante provável que o problema seja meu, pois tecnologia não é das áreas para as quais sou mais apta..

Como funciona um Sistema Operativo?



Há uma relação entre os programadores, com os utilizadores que passando pelos programas do utilizador se dirigem ao0 sistema operativo e ao hardware. Depois o ciclo toma o caminho contrário indo do hardware para o sistema operativo que através de linguagens de programação chega a outros utilizadores!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Finalmente a 4a Geração é desenvolvida....


Já sabemos que uma interface gráfica do utilizador usa uma combinação de tecnologias e dispositivos para fornecer uma plataforma com a qual o utilizador pode interagir. Pois bem, a partir de 1980 vê-se nos interfaces uma tremenda evolução. Surgem os computadores pessoais, os micro-computadores, a memória virtual, as interfaces gráficas, sistemas de rede, distribuídos o operativos (VMS, Xenix, Minix, Solaris, DOS e o famoso Windows etc.)
Nesta altura os programas já tinham o aspecto da imagem do lado direito (o primeiro sistema Windows). Mais tarde com o Apple Macintosh II, o primeiro Macintosh a cores, tornaram-se com a imagem a baixo .

A 3º geração dos sistemas operativos.



Esta geração tema duração de cerca de 15 anos, 1965 a 1980. Agora aparecem os mini-computadores, as primeiras linhas de computadores comerciais, e a multi-programação ou capacidade de execução de diversos programas simultaneamente. Também a multi-utilização ganha importância ou capacidade de vários utilizadores poderem usar ao mesmo tempo um computador.
São característicos dessa época sistemas operativos como OS/360, CTSS, MULTICS e UNIX.

Sistemas oprativos 1950-65







Este processo teve continuidade e é nesta fase que há os primeiros "sistemas operativos". FMS, Fortran Monitor System; IBSYS, sistema operativo da IBM. Como o apresentado na imagem acima. Com o emprego desta nova tecnologia em meados dos anos 50 os computadores tornaram-se confiáveis a ponto de serem comercializados. Em vista do alto custo de tais equipamentos, não foi surpresa o fato de se encontrar uma solução que reduzisse o tempo de máquina desperdiçado. A solução encontrada, denominada de sistema batch (lote), consistia em coletar na recepção de um conjunto de jobs e fazer a leitura dos mesmos para uma fita magnética empregando um computador pequeno e relativamente barato.

Evolução dos sistemas operativos...

Por incrível que pareça os sistemas operativos só começaram a existir há cerca de meio século...são chamados de primeira geração e os computadores funcionavam a válvulas. Eram grandes e lentos. Embora, de facto houvesse um sistema operativo, ainda não havia o conceito em si. Por isso há quem considere que em 1945-55 não há sistema operativo. O aspecto dos computadores dessa época pode ser considerado assustador.
Nessa altura foi desenvolvido para cálculo balístico a utilizar na Segunda Grande Guerra.

Interfaces??

Chamamos interface gráfica é um dispositivo que permite a interacção entre o utilizador e a máquina através de botões, ícones etc. que para o utilizador estão em linguagem natural e para o sistema operativo estão em código binário.

O início deste processo deu-se no Instituto de pesquisa de Stanford. Ivan Sutherland, um dos investigadores, desenvolveu um sistema baseado em ponteiros chamado Scketchpad, em 1963, que usava uma caneta de luz para guiar a criação e manipulação de objectos em desenhos de engenharia. Durante a década de 70, o conceito de hiperligações foi posteriormente refinado e estendido por pesquisadores da Xerox PARC.

A Interface do Utilizador da PARC consiste de widgets gráficos com janelas, menus, caixas de opção, caixas de selecção e ícones. Ela usa um dispositivo de ponteiro em adição ao teclado. O modelo seguinte surgiu no começa dos anos 80.

É graças aos interfaces e a sua evolução que me foi possível escrever este texto e modificar a sua cor para cinza e o seu modo de escrita para itálico e negrito!

O "pai" deste sistema foi Douglas Englebart.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Assembly

É considerada de segunda geração pois embora não seja uma linguagem nativa do microprocessador, uma linguagem Assembly ainda deve compreender as características da arquitetura do microprocessador (como registradores e instruções). As instruções em Assembly (ex: mov, out, add) são construídas com menos instruções básicas do processador do que em linguagens de alto-nível ; neste caso elas são traduzidas quase directamente.
Em asssembly somam-se dois números utilizando os seguintes comandos:

TITLE Numero.
MODEL SMALL .
STACK 100H .
DATA
MSG1 DB 'Digite:','$'
MSG2 DB ' Digite:','$'
MSG3 DB ' A soma e:','$'
NUMERO1 Dw ?
Dw ?

NUMERO2 Dw ?
Dw ?

.CODE MOV AX,@DATA
MOV DS,AX
;numero 1
LEA DX,MSG1
MOV AH,9
INT 21H
XOR BX,BX
XOR SI,SI
MOV CX,1M1
: MOV AH,1
INT 21H
MOV NUMERO1,Ax
MOV AH,2
MOV DL,''
INT 21H
ADD SI,2
DEC CX
JNZ M1


MOV CX,1
ADD BX,1
MOV AX,1
CMP BX,AX




;numero 2
LEA DX,MSG2
MOV AH,9
INT 21H
XOR BX,BX
XOR SI,SI
MOV CX,1
M2: MOV AH,1
INT 21H
MOV NUMERO2,Ax
MOV AH,2
MOV DL,''
INT 21H
ADD SI,2
DEC CX
JNZ M2


MOV CX,1
ADD BX,1
MOV AX,1
CMP BX,AX

;somando
LEA DX,MSG3
MOV AH,9
INT 21H
XOR BX,BX
XOR SI,SI
MOV CX,1
SOMA: XOR DX,DX
XOR AX,AX
MOV DX,NUMERO1
MOV AX,NUMERO2
ADD AX,DX
SUB AX,30H
MOV DX,AX
MOV AH,2
INT 21H
MOV DL,''
INT 21H
ADD SI,2
DEC CX
JNZ SOMA


MOV CX,1
ADD BX,1
MOV AX,1
CMP BX,AX

MOV AH,4CH
INT 21H
end

Java


Java é uma linguagem de 4ª Geração, a mais desenvolvida. Tem uma forma ainda mais próxima da linguagem humana - natural, e as suas funções são cada vez mais particulares, isto é, especifícas de um determinado comando. Foi criada na década de 90 por uma equipa liderada po James Gosling.
Pode utilizar-se a seguinte sequência para somar 2 numeros em Java:

int a=0;
int b=0;
int soma =0;

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

C++: a 3ª Geração

É uma linguagem de programação de alto nível, isto é, aproximada da linguagem natural. Nasceu em 1985 pela mão de Bjarne Stroujtrup e foi pela última vez actualizado em 2003.
Uma das hipóteses para somar dois números em C++ é:

#include
using namespace std;
int main(){
int a, b;
cout << "a = "; cin >> a;
cout << "b = "; cin >> b;
cout << "a + b = " <<>

Processamento de linguagem natural

Chamamos linguagem natural a toda e qualquer linguagem utilizada normalmente pelo ser humano. O seu processamento está ainda por concluir visto haver alterações constantes quando falamos. Estas são influenciadas por emoções, sentimentos, estados de espírito, gestos etc. É também condicionante o facto de falarmos a diferentes velocidades...esperemos que evolua rapidamente!